
O
Zinco é conhecido há muito tempo como essencial
para os microorganismos, mas a compreensão da deficiência
humana é relativamente recente.
O
Zinco é encontrado em diversos alimentos como nas ostras,
carnes vermelhas, aves, alguns pescados, mariscos, favas e nozes.
A ingestão diária recomendada de zinco é
em torno de 7 mg, menor para bebês, crianças e adolescentes
(devido ao menor peso corporal), e algo maior para as mulheres
grávidas e durante o aleitamento.
A
deficiência de zinco pode produzir retardamento no crescimento,
perda de cabelo, diarréias, impotência sexual, lesões
oculares e de pele, perda de apetite, perda de peso, aumento do
tempo de cicatrização de ferimentos e anomalias
no sentido do olfato. As causas que podem provocar uma deficiência
de zinco são a insuficiente quantidade na dieta alimentar
e a dificuldade na absorção do mineral que pode
ocorrer em casos de alcoolismo, quando é eliminado pela
urina ou, ainda, devido à excessiva eliminação
por causa de desordens digestivas.